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sexta-feira, 30 de julho de 2010

LEMA - UFBA: exposição aberta ao público no XIII Encontro de Matemática


LEMA -UFBA
Laboratório de Ensino de Matemática e Estatística
Universidade Federal da Bahia

Exposição pública:
XIII Encontro de Matemática
Dia 02 de agosto

Conheça o Lema:
Saiba mais sobre o encontro:

terça-feira, 20 de julho de 2010

Prova tem que ser difícil, e a de Matemática, então...

Um dos tipos de avaliação mais utilizado por escolas e professores é a prova, que tem como objetivo verificar se os alunos compreenderam o conteúdo apresentado. Essa avaliação pode ser aplicada no período em que os articuladores acharem conveniente.
Este método de avaliação é tradicional, todavia não deixa de ser uma aplicação eficaz, contanto que seja elaborado de acordo com o que foi visto durante as explicações em sala de aula, com exercícios contextualizados e de clara interpretação e entendimento. Contudo sua aplicação, muitas vezes, em vez de avaliar o que os alunos aprenderam, prende-se só ao que eles não sabem fazer. Se tratando do ensino da Matemática a prova é instrumento de reprovação e exclusão, mas uma boa dica é utilizar além da prova as avaliações contínuas, pois acompanha o rendimento diário dos alunos norteando também o trabalho do professor.

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Matemática Hoje - conheça!

Conheça esse site do professor Bigode:
"Este é um site de apoio aos professores e a todos interessados na Educação Matemática. Aqui você vai encontrar em contato com diversos aspectos da Educação Matemática, da História e da Cultura Matemática em suas variadas manifestações.

O conteúdo destas páginas expressa o posicionamento, as propostas e conteúdos do autor publicados nas coleções de livros didáticos "Matemática do Cotidiano & suas Conexões" (de 1a. a 4a. séries do Ensino Fundamental) e "Matemática Hoje é Feita Assim" (de 5a. a 8a. séries do Ensino Fundamental), Editora FTD."


O Bigode esteve no X ENEM!

sábado, 10 de julho de 2010

Tabuada do Nove com os dedos

Uma ótima dica para as crianças. 
Com certeza, elas vão adorar!

Esta é uma maneira simples de efetuarmos multiplicações (de 1 a 10) por 9. Devemos considerar os dedos contando da esquerda para a direita e numerando-os seqüencialmente de 1 a 10. Então, basta baixarmos o dedo correspondente ao número que queremos multiplicar por 9, e teremos o resultado.

Por exemplo: 4x9. Baixamos o dedo correspondente ao numero 4. Repare que ficaram 3 dedos do lado esquerdo e 6 dedos do lado direito do dedo baixado. Agora é só unir o 3 e o 6, ou seja, o resultado é 36.

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Cálculo de Memória


10º Encontro Nacional do Ensino da Matemática

Estudantes da rede estadual aprendem matemática de forma descontraída


Esqueça aquela aulinha monótona só com o professor falando e o quadro de giz. Nas aulas do professor Vanildo dos Santos Silva, os alunos aprendem matemática brincando e de forma descontraída. Um dos ingredientes do processo de aprendizagem é a criatividade. Não que o quadro de giz fique de fora do processo, mas, aliado a ele, círculos, palitos, bolas de gude e uma tábula simétrica entram na brincadeira de aprender.
No Colégio Estadual Monteiro Lobato, em Vista Alegre, no bairro de Coutos, em Salvador, o resultado disso pode ser constatado no maior interesse e participação dos alunos, aumento da frequência e também no desempenho dos estudantes nas avaliações. As novas alternativas para o ensino da matemática estão sendo discutidas no X Encontro Nacional de Educação Matemática, que acontece até amanhã (9), no Centro de Convenções da Bahia, em Salvador.
Professor há 15 anos e integrante do quadro da rede estadual há 8 anos, o professor Vanildo conta que a iniciativa é fruto do projeto Equações do 1º grau, o Xis da questão, no qual ele busca fazer com que os alunos não se limitem a aplicação de fórmulas para resolução dos problemas, mas que, de fato os compreenda. “Considero que a linguagem matemática é rebuscada e possui uma riqueza de símbolos. Sinais são misturados com letras e números, o que nem sempre é compreensível para os alunos. O x pode representar muita coisa ou nada e as regras de sinais se constrói experimentando. Minha proposta é materializar esses símbolos matemáticos de forma que os estudantes possam ter um aprendizado efetivo”, explica o professor.
Nas aulas de Vanildo, o xis da questão que, nas equações, sempre é uma incógnita é materializado em uma caixa fechada cheia de gudes. Os alunos tocam na caixa, percebem que ela possui algumas unidades de gude, mas, por estar fechada, ninguém sabe informar quantas são. “Isso é uma incógnita. Aí falo para os alunos que, se eu acrescer uma bolinha na caixa eu passarei a ter 10 unidades. Ou seja, já criei uma sentença e a levo para o quadro de giz”, conta o professor. Nas aulas, ninguém fica parado. Todo mundo quer falar e participar e, claro, aprender.
A técnica é tão eficiente que fez com que estudantes como Jéssica Ferreira dos Santos, 11 anos, e Lorena de Oliveira, 12 anos, passassem a gostar da disciplina. “Até a 5ª série eu não gostava de Matemática, mas o jeito dele ensinar é diferente dos outros. A sala toda participa na hora de resolver um problema”, conta Lorena, que é aluna da 6ª série e já conseguiu nota dez na disciplina. Já Jéssica, ressalta que a forma do professor ensinar é fundamental para ampliar o nível de aprendizado. “Ele ensina de um jeito que é fácil de aprender. As aulas são muito boas”, considera.
São resultados como estes que estimulam o professor a continuar buscando meios de inovar para tornar as aulas mais atrativas e o aprendizado mais eficaz. “Meu maior retorno é quando percebo que os alunos começam a passar para o papel uma sequência. Ali, mesmo quando ele erra, o pensamento é coerente. Ele não está ali só aplicando uma fórmula, mas um conhecimento que ele aprendeu”, diz o professor, acrescentando ainda que outra alegria é ver o entusiasmo dos estudantes com as aulas. “Já aconteceu de eu ter que faltar e ouvir dos alunos: ´Por que o senhor não veio?’. Isso é muito positivo”, constata.
O projeto Equações do 1º grau, o Xis da questão foi elaborado e implantado pelo professor Vanildo na Escola Municipal de Fazenda Coutos e foi vencedor do prêmio Professores do Brasil, do Ministério da Educação (MEC). Este ano, ele levou a proposta para as turmas de 6ª série do Colégio Estadual Monteiro Lobato, em Vista Alegre, no bairro de Coutos, em Salvador.

Fonte: http://www.educacao.estudantes.ba.gov.br/node/1048

terça-feira, 6 de julho de 2010

O uso do Tangram como recurso de aprendizagem

Na metodologia da matemática lúdica o Tangram pode se tornar um recurso para a aprender geometria e formas jogando. Vejam um artigo que aborda este assunto: 
http://www.planetaeducacao.com.br/portal/artigo.asp?artigo=1148

domingo, 4 de julho de 2010

Desafio Resta Um


Resta um é um quebra cabeça no qual o objetivo é deixar apenas uma peça no tabuleiro. No inicio do jogo há 32 peças no tabuleiro, deixando vazia a posição central. Um movimento consiste em fazer uma peça saltar sobre a outra, sempre na horizontal ou na vertical, terminando em um espaço vazio, a peça que foi saltada é retirado do tabuleiro. O jogo acaba quando não é possivél fazer nenhum movimento e o jogador ganha se restar apenas uma peça no tabuleiro.
O objetivo pedagógico deste jogo é: desenvolvimento do pensamento lógico, atenção e coordenação motora fina.

XIII Encontro de Matemática da UFBA




Palestras, minicursos e oficinas.

De 02 a 06/08/2010


Maiores informações: 



Laboratório de Ensino de Matemática e Estatística da Universidade Federal da Bahia 
LEMA-UFBA
Exposição de material didático de Estatística, Física e Matemática

Exposição do acervo do LEMA-UFBA, dia 02 de agosto de 2010, de 9:30h às 17:00h,  no Instituto de Matemática, aberta ao público com mais de 130 modelos concretos utilizados para o ensino e aprendizado de Matemática e Estatística, atendendo a interesses de alunos e professores, crianças e adultos. Haverá, também, experimentos de Física, do Instituto de Física da UFBA.

Estaremos por lá!
E vc?

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Sinais de melhoras na aprendizagem de Matemática, no ensino público






Estudantes da rede pública 
estão aprendendo mais português e matemática


"As notas dos alunos da educação básica melhoraram tanto em português quanto em matemática, segundo dados liberados pelo MEC (Ministério da Educação) nesta quinta (1).  As etapas avaliadas são os anos iniciais (1ª a 4ª séries), os anos finais (5ª a 8ª séries) e o ensino médio (antigo colegial).  Os alunos são avaliados pelo Saeb (Sistema de Avaliação da Educação Básica) e pela Prova Brasil."

Saiba mais: